“Eu senti o carinho das pessoas, embora estejamos em coma induzido, sentimos, porque ao acordar lembramo-nos de algumas coisas... Sentimos a voz, reconhecia muitas das enfermeiras pela voz, apesar de andarem tapadas...todo esse carinho, o falarem-nos, o motivarem os familiares a falarem connosco...é um factor preponderante para o tratamento, porque mesmo em coma sentimos vontade de desistir e isso, dá-nos alento!....”
Helder Simões, 50 anos, queimadura em
70% da SCT, em Fevereiro de 2004